‘Mostra liquidez que a prefeitura tem’, diz Bruno sobre avaliação do Tesouro Nacional

    Cidade alcançou o resultado inédito e deixou de ser nota B para A+

    Foto: Fredie Ribeiro/bahia.ba

    Em tom de comemoração, o prefeito Bruno Reis (União Brasil) avaliou o resultado do índice da Capacidade de Pagamento (Capag), que colocou a capital baiana em posição de destaque na área contábil, como consequência da “liquidez e capacidade de gestão” do seu governo. O levantamento feito pela Secretaria do Tesouro Nacional, vinculada ao Ministério da Fazenda, elencou a cidade como A+, no que trata sobre as finanças do município. 

    “Pela primeira vez na história dessa cidade, nós tivemos a nota máxima da Secretaria do Tesouro Nacional. Tivemos A+, nós éramos B. Não subimos para A, subimos para A+. […]. Isso mostra a liquidez que a prefeitura tem, mostra que a prefeitura não está endividada, mostra que a prefeitura tem capacidade de investimento e está aí as ações”, celebrou Reis, após a entrega da Unidade de Saúde da Família, no bairro da Liberdade, nesta segunda-feira (13). 

    O gestor municipal ainda alfinetou os que torceram contra a sua gestão e os que não concordaram inicialmente, com o seu nome para suceder o ex-prefeito da cidade, ACM Neto (União Brasil). 

    “Eu vim da política. Eu me formei na política. Eu era assessor parlamentar e depois deputado duas vezes. Muita gente achava que [eu poderia] quebrar a prefeitura. Será que ele não vai pegar e desajustar as finanças que estão organizadas? Para muitos que achavam isso, a resposta saiu sexta-feira [resultado do índice do Tesouro Nacional]”, ironizou. 

    Reis ainda fez questão de ressaltar que, apesar das diversas obras que vem sendo executada em Salvador, a cidade conseguiu poupar recursos e se angariou com a boa avaliação na sondagem do Tesouro.

    “E mesmo com tanta obra, mesmo a prefeitura alavancada como está e com as maiores obras que já fez, seja com recursos próprios ou captação de recursos. Nós conseguimos fazer poupança corrente, ou seja, gastar menos do que se arrecada, e sem aumentar impostos”, acrescentou, durante discurso.