Líder do governo na CMS rebate opositores de Bruno Reis: ‘Vai ser uma vitória esmagadora’

    Paulo acredita que os opositores estão "tontos" com o desempenho de Bruno

    Foto: Matheus Morais/ bahia.ba

    O vereador e líder do governo na Câmara Municipal, Paulo Magalhães Junior (DEM), rebateu os opositores do pré-candidato à prefeiturua de Salvador, Bruno Reis, que afirmaram que o vice-prefeito havia alcançado o ‘teto’ nas pesquisas.  Ao bahia.ba, Paulo afirmou que a resposta será dada nas eleições de novembro, com uma “vitória esmagadora” de Bruno.

    “Bruno vai crescer muito mais. Os opositores estão tontos com o desempenho de Bruno e já estão achando que já é o teto. Mas o teto eles vão conhecer no dia 15 de novembro, que vai ser uma vitória esmagadora, uma vitória do trabalho, da dedicação, do empenho, daquele que anda nos bairros há mais de 20 anos e conhece Salvador como ninguém e que está pronto para governar essa cidade”, afirmou.

    Ainda de acordo com o líder do governo, o cenário aponta para uma vitória de Bruno maior que a de ACM Neto há 4 anos. “Bruno foi quem mais aprendeu com o melhor gestor do país, o prefeito ACM Neto. Então, tudo leva a crer que a vitória de Bruno vai ser maior ainda do que foi a de ACM Neto há 4 anos. A oposição está preocupada, não é para menos”, disse.

    Apesar da confinaça, Paulo acredita que a eleição deste anos será diferente das anterios, pois os candidatos terão de se reinventar para conquistar o eleitorado.

    “Todos que estão no governo estão preocupados, pois será uma eleição diferente, uma eleição com pandemia, que a gente nunca viveu antes. Eu, que sou um vereador de 5 mandatos, indo para o sexto, nunca passei por isso que estamos passando. A gente chega nos bairros e as pessoas estão com medo. E é o certo, permanecer em casa, pois o vírus ainda está aí. A gente não pode baixar a guarda. Mas, de qualquer forma, muita gente tem que ir para a rua, fazer sua campanha, levar os benefícios e serviços para os bairros. É uma situação que temos que ter muito cuidado, mas temos que conversar, dialogar, mostrar o que já foi feito e o que ainda será feito”, completou.