Estúdio de tatuagem é arrombado na Pituba; proprietário estima prejuízo de R$ 30 mil

    Imagens do arrombamento foram obtidas pelo bahia.ba

    Foto: bahia.ba

    Um estúdio de tatuagem foi arrombado na madrugada deste domingo (17), na rua Minas Gerais, no bairro da Pituba, em Salvador. Três suspeitos entraram no estabelecimento, que fica em uma galeria de lojas, e levaram equipamentos como um ipad, notebooks, um ventilador e uma máquina de tatuagem avaliada em R$ 10 mil.

    O bahia.ba obteve as imagens gravadas por câmeras de segurança da galeria. Nas filmagens, é possível observar o momento em que os criminosos invadiram o local e furtaram alguns equipamentos.

    O proprietário da Capone Club Tatto, Bruno Gomes dos Santos, mais conhecido como Boca, revelou à reportagem que recebeu ligações do segurança da rua após o roubo.

    “Eles levaram dois notebooks, levaram um ipad, uma máquina de tatuagem de altíssimo valor e tentaram levar uma televisão de 82 polegadas, mas não conseguiram e jogaram de qualquer jeito. Quebraram a televisão. O prejuízo foi bem grande. Fora a porta que eles arrombaram e grade que entortaram. Calculo que foi um prejuízo de cerca de 30 mil reais”, concluiu Boca.

    Ainda de acordo com o proprietário do estúdio, além dos três homens que entraram no local, um suspeito ficou do lado de fora esperando dentro de um carro. “Eles entraram com um cachorro e o deixaram aqui. O segurança da rua, quando entrou na loja, se bateu com o cachorro e ficou com medo porque parecia um pitbull”, revelou Bruno.

    De acordo com um dos atendentes do Capone, Felipe, outros estabelecimentos que funcionam na mesma galeria também foram alvo dos criminosos. “Eles tinham ferramentas. Arrombaram o cadeado e entraram aqui. Arrombaram os cadeados da porta do estúdio e roubaram alguns equipamentos”, disse.

    Segundo Felipe, o alarme não disparou durante a ação criminosa. “Não tocou. Não sabemos o motivo. Esse é o fato mais estranho até o momento. A polícia técnica está aqui no no estúdio. A perícia está avaliando o ocorrido e colhendo digitais, além de algumas amostras”, concluiu.

    O bahia.ba entrou em contato com a Polícia Civil, mas até o momento da publicação desta matéria não recebeu uma resposta. Atualizações serão realizadas após o retorno da polícia.

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