Estação de metrô recebe simulação de atentado terrorista

    Secretaria de Segurança Pública promove exercício simulado na Estação Pirajá como medida preventiva para a Olimpíada

    Divulgação: SSP/BA

    Neste sábado (16), representantes das polícias Militar, Civil e Técnica, do Corpo de  Bombeiros, das Forças  Armadas, Transalvador, Guarda Municipal e Samu foram acionados para atender a uma emergência inusitada: um ataque terrorista com vítimas na Estação  de Pirajá. Felizmente, o que seria uma tragédia não passou de encenação – era um exercício simulado, parte do conjunto de medidas preventivas voltadas para a segurança dos Jogos Olímpicos.

    Durante a simulação, uma bomba foi detonada e figurantes cedidos pela CCR Metrô interpretaram  o papel de usuários do sistema.   Para o coordenador das Ações de Segurança dos Jogos Olímpicos em Salvador, tenente-coronel PM Marcos Oliveira, a prioridade da SSP  é  inibir qualquer ação que coloque em risco baianos e turistas. Destacou, no entanto, a importância da preparação das polícias para o caso de um ataque surpresa.

    “Não  adianta realizarmos anos de planejamento e de teoria sem testar a prática, principalmente  para nós,  brasileiros, que não  vivemos a realidade da ameaça terrorista no cotidiano”,  afirmou Oliveira. Segundo  ele,  exercícios simulados  colaboram  para a conscientização  de todas as forças de segurança  sobre o papel de cada uma em situações de risco. No dia 26 deste mês, nova simulação  será  realizada, dessa vez em diversas  partes de Salvador.

    Para  Hamílton Trindade, gestor de atendimento da CCR Metrô Bahia, o teste  é de grande importância  para a preservação  dos usuários  do sistema. “Essas ações  são  de extrema necessidade para capacitar os profissionais  que trabalham aqui no metrô e ajudar no alinhamento   dos protocolos entre a CCR  e o Centro  de Comando e Controle da SSP, responsável  pelo gerenciamento de todas as forças do estado”, ressaltou.

    Além  de simular um ataque terrorista  dentro de um vagão, o exercício deste sábado também  testou situações envolvendo reféns e apresentou orientações sobre o que fazer no caso de abandono de bagagens (que podem se tratar de explosivos), dentre outras ações suspeitas.