Vereador detalha encontro com Loyola e fala em ‘diálogo maduro’ na oposição

    Segundo ele, o encontro foi motivado por demandas urgentes de comunidades

    Foto: Jorge Jesus/bahia.ba

    O vereador Ricardo Almeida (DC) explicou, nesta segunda-feira (24), na Câmara Municipal de Salvador (CMS), o objetivo da reunião que teve com o secretário de Relações Institucionais do governo da Bahia, Adolpho Loyola, e com o presidente da Câmara de Salvador, Carlos Muniz.

    Segundo ele, o encontro foi motivado por demandas urgentes de comunidades da capital que, segundo afirma, “não querem saber de bandeira partidária, querem solução”.

    “Primeiro, dizer que foi uma grande alegria ter sido recebido pelo secretário. Sei da minha responsabilidade enquanto vereador e representante de algumas comunidades desta capital. O povo não está preocupado em saber quem resolveu o problema, se foi a cor azul, a cor vermelha, o partido A ou o partido B. Eles querem, realmente, o problema resolvido”, afirmou.

    Almeida disse ter apresentado ao governo do Estado questões que considera prioritárias para os bairros que representa.
    “Fui muito bem recebido e apresentei as demandas das comunidades, que necessitam de uma intervenção do governo. Espero que elas sejam atendidas e que logo possamos estar aqui também para agradecer esse atendimento”, completou.

    O vereador defendeu o diálogo político como ferramenta essencial para garantir resultados concretos.
    “A política é a arte de conversar, de convergir forças e ideias em prol do bem comum. A população que tem um problema — um buraco na porta de casa, uma rua sem luz, uma via não pavimentada — não quer saber de onde veio a solução. Ideologia e bandeira partidária não contemplam essa população. Soluções contemplam”, declarou.

    Embora tenha buscado apoio do governo estadual, Almeida reforçou seu posicionamento político.
    “Eu sei o grupo a que pertenço, sei aquilo que defendo e que acredito. Respeito muito o governo do Estado, tanto o governador quanto o secretário, e espero que façam um bom trabalho pela Bahia. Mas faço parte de um grupo político e tenho convicção do que faço”, afirmou.