TRF4 reduz penas de Argello, Pessoa e Léo Pinheiro na Lava Jato

    A 8ª Turma, responsável pelos julgamentos em segunda instância, entendeu que ex-senador não cometeu crime de obstrução de justiça

    BRASILIA DF BSB 12/04/2016 POLÍTICA / LAVA JATO / OPERAÇÃO VITÓRIA DE PIRRO / PRISÃO / GIM ARGELLO - Polícia Federal prende o senador Gim Argello, na sua casa, no Lago Sul, em Brasília, durante a Operação Vitória de Pirro, 28ª etapa da Lava Jato, realizada pela Polícia Federal. Ele é acusado de corrupção na CPI da Petrobras. Foto: DIDA SAMPAIO/ESTADÃO

    O Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF4), em Porto Alegre, retomou nesta terça-feira (7) o julgamento de apelação criminal das defesas do ex-senador Gim Argello, do ex-presidente da construtora OAS Léo Pinheiro e dos ex-executivos da UTC Engenharia Ricardo Ribeiro Pessoa e Walmir Pinheiro Santana, após pedido de vista na sessão anterior.

    Todos eles tiveram suas penas reduzidas dentro das investigações da Operação Lava Jato.

    Condenado em primeira instância pelo juiz Sérgio Moro, de Curitiba, a 19 anos de prisão, a pena de Argello passou para 11 anos e 8 meses. Ele responde por corrupção passiva e lavagem de dinheiro. A 8ª Turma do TRF4, responsável pelos julgamentos em segunda instância, entendeu que ele não cometeu crime de obstrução de justiça.