Robinson minimiza crise em torno de Aline e diz que base deve fechar posição sobre TCM até sexta

    O líder da federação do PT, PV e PC do B apontou ‘legitimidade’ de todos os candidatos, incluindo a ex-primeira-dama e os deputados Fabrício Falcão (PC do B) e Roberto Carlos (PV)

    Foto: Fernanda Chagas / bahia.ba

    Com a abertura das inscrições para vaga no Tribunal de Contas dos Municípios (TCM), ocorrida nesta quarta-feira (8), o líder da Federação Brasil da Esperança, composta por PT, PV e PC do B, deputado estadual Robinson Almeida (PT), minimizou o mal estar em torno da indicação da ex-primeira-dama Aline Peixoto e defendeu a “construção de unidade” dentro do bloco do governo, embora veja “legitimidade” de todos os candidatos.

    “Qualquer pessoa que preenche os pré-requisitos de capacitação técnica exigidos para ocupar o cargo, é legítimo”, afirmou o parlamentar, nesta quinta-feira (9), durante agenda do governador Jerônimo Rodrigues (PT), na entrega da Maternidade Albert Sabin, no bairro de Cajazeiras, em Salvador. “Eu vejo que tanto a indicação dos candidatos da oposição, como Marcelo Nilo e Tom Araújo, como os candidatos da base de governo, como o deputado Roberto Carlos, o deputado Fabrício Falcão e a ex-primeira-dama Aline Peixoto carregam essa legitimidade da indicação”, pontuou.

    Questionado pelo bahia.ba sobre uma eventual definição em torno do apoio à esposa do ministro da Casa Civil e ex-governador Rui Costa para a vaga de conselheira, o parlamentar afirmou que ainda não há um entendimento com os pares sobre o assunto. “Provavelmente hoje ou amanhã a bancada do PT deve se reunir e também a bancada da federação para firmar posições”, disse ele, levando em consideração o prazo de 48 horas para as inscrições.

    Ao ser perguntado sobre seu posicionamento pessoal a respeito do tema, ele desconversou. “Como líder do bloco PT, PC do B e PV, eu tenho que ouvir todos os deputados desse bloco, para que a gente possa construir uma posição de unidade”, argumentou Robinson Almeida, informando apenas que “não há veto a nenhuma candidatura”.

    Citando a própria Aline, além dos deputados Fabrício Falcão (PC do B) e Roberto Carlos (PV), ele afirmou que o grupo vai debater em torno dos nomes aventados para “buscar o máximo de unidade na bancada do governo”.