Governo Lula nomeia novos superintendentes regionais da Polícia Rodoviária Federal

    Confira a lista dos novos superintendentes regionais

    Foto: Tomaz Silva/ Agência Brasil

    O Diário Oficial da União desta segunda-feira (13) trouxe a nomeação dos novos superintendentes regionais da Polícia Rodoviária Federal (PRF) nos 26 estados, além do Distrito Federal.

    Os ocupantes anteriores foram exonerados no último dia 19 de janeiro. O governo Lula (PT) trocou todos os comandos regionais da PRF e deve trocar, também, todos os superintendentes locais da Polícia Federal. As nomeações foram assinadas pelo secretário-executivo do Ministério da Justiça e Segurança Pública, Ricardo Cappelli.

    Confira a lista dos novos superintendentes regionais:

    • Acre: Liege Lorenzett Vieira
    • Alagoas: Juliano Quintella Malta Lessa
    • Amapá: Klebson Sampaio do Nascimento
    • Amazonas: Benjamin Affonso Neto
    • Bahia: Vagner Gomes da Silva
    • Ceará: Flavio Antonio Holanda e Silva
    • Distrito Federal: Igor de Carvalho Ramos
    • Espírito Santo: Wermeson Mario Pestana
    • Goiás: Tiago de Almeida Queiroz
    • Maranhão: Francinácio Morais Medeiros
    • Mato Grosso: Kellen Arthur Preza Nogueira
    • Mato Grosso do Sul: João Paulo Pinheiro Bueno
    • Minas Gerais: Fabio Henrique Silva Jardim
    • Pará: Cassiano Hilário Ribeiro Filho
    • Paraíba: Pedro Ivo Nogueira Loureiro
    • Paraná: Fernando Cesar Borba de Oliveira
    • Pernambuco: Alexandre Rodrigues da Silva
    • Piauí: Bruno Ribeiro Dias
    • Rio de Janeiro: Vitor Almada da Costa
    • Rio Grande do Norte: Pericles Venancio dos Santos
    • Rio Grande do Sul: Anderson Nunes dos Santos
    • Rondônia: Luciana da Silva Alves
    • Roraima: Marcelo Aguiar da Silva
    • Santa Catarina: Manoel Fernandes Bitencourt
    • São Paulo: Edson Jose Almeida Junior
    • Sergipe: Vladimir Cardoso Hilário
    • Tocantins: Alonso Mata Trindade

    Durante o governo anterior, o então presidente Jair Bolsonaro  (PL) manteve uma relação de proximidade com a cúpula da PF e da PRF e, com frequência, foi acusado pela oposição de aparelhar as corporações e fazer alterações nos comandos das equipes para driblar investigações.

    No segundo turno das eleições, a PRF chegou a descumprir ordens do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) para manter fiscalizações de transporte de eleitores.