Demissão de filho e limitação de cargos motivaram licença de vereador

    Substituto de Vado Malassombrado na Câmara, Demétrio Oliveira, também do DEM, assumiu o posto nas mesmas condições

    Foto: Reprodução / Facebook

    A licença do suplente Vado Malassombrado (DEM) da Câmara Municipal de Salvador (CMS) não foi por pura e espontânea vontade de “cuidar dos trabalhos sociais”, como divulgou oficialmente o democrata.

    O bahia.ba apurou que dois fatores foram preponderantes na decisão: a demissão de seu filho de um posto que ocupava na prefeitura de Salvador e a impossibilidade de nomear seus colaboradores para postos no gabinete do Legislativo.

    Suplente de Claudio Tinoco – que hoje ocupa o posto de secretário municipal de Turismo – Vado só foi autorizado a mexer em duas peças do gabinete. O número era insuficiente para alocar as lideranças que compõem a sua base eleitoral.

    Procurado pelo bahia.ba, o democrata negou a intercorrência, mas afirmou que todos os seus assessores “agora estão comigo na rua”. “Isso não existe. Como eu vou ter dificuldade se eu saí de quatro mil votos para quase oito mil?”, cogitou.

    Substituto de Vado na Câmara, Demétrio Oliveira, também do DEM, assumiu o posto nas mesmas condições oferecidas ao antecessor. Os dois apoiarão o presidente da Casa, Leo Prates, na disputa por uma cadeira na Assembleia Legislativa da Bahia (AL-BA) na eleição estadual de 2018.