Brasil repete sua pior nota e piora no ranking de corrupção

    Combate à corrupção foi uma das grandes promessas do presidente Jair Bolsonaro durante o período de campanhaTa

    Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil

    Com recuo pelo quinto ano consecutivo, o Brasil estacionou nos 35 pontos no ranking mundial do IPC (Índice de Percepção da Corrupção) e despencou para a 116ª colocação, apresentando seu pior resultado desde 2012.

    Elaborado pela ONG Transparência Internacional, o ranking atribui nota 0 a 100 a países que atuam com ações de anticorrupção. Quanto melhor a posição, menos o país é considerado corrupto.

    A nota do Brasil é a mesma de Albânia, Argélia, Costa do Marfim, Egito, Macedônia e Mongólia. Entre os países da América do Sul, o Brasil está atrás de Equador (93ª), Colômbia (96ª), Argentina (66ª), Cuba (60ª), Chile (26ª) e Uruguai (21ª).

    Dinamarca, Nova Zelândia e Finlândia lideram as primeiras posições do ranking e são os países considerados mais íntegros, com notas mais próximas de 100.

    Com as notas mais próximas de zero, e considerados os países mais corruptos, estão Síria, Sudão do Sul e Somália.