STF rejeita habeas corpus e mantém prisão de Robinho

    Ex-jogador foi condenado por estupro coletivo na Itália em 2013

    Foto: Bruno Cantini / Atlético-MG

    O Supremo Tribunal Federal (STF) negou recurso apresentado pela defesa do jogador Robinho para concessão de habeas corpus e manteve a prisão do atleta. O placar foi de 10 votos a 1.

    Deste modo, a pena de 9 anos imposta ao jogador pela justiça italiana permanecerá sendo cumprida no Brasil.

    O caso estava sendo discutido em plenário virtual e foi concluído na noite de sexta-feira, 29.

    Saiba como votaram os ministros

    A favor

    O ministro Luiz Fux, relator do caso na Corte brasileira, votou a favor da manutenção da prisão.

    O voto foi seguido pelos seguintes magistrados:

    André Mendonça;

    Alexandre de Moraes;

    Dias Toffoli;

    Cristiano Zanin;

    Carmen Lúcia;

    Edson Fachin.

    Contra

    Apenas o ministro Gilmar Mendes divergiu, sendo o único a votar pela soltura do jogador.

    Robinho foi preso em 20 de março de 2024, logo após a homologação da sentença pelo STJ. Desde então, permanece detido enquanto sua defesa tenta, sem sucesso até agora, reverter a decisão nas instâncias superiores.