Acusado de assédio, ex-promotor diz que preventiva é ‘desnecessária’

    Almiro Sena afirmou ainda que não foi a duas audiências por não ter sido intimado e porque estava de férias

    Foto: Reprodução/G1

    Acusado de assédio sexual e moral quando era titular da Secretaria de Justiça, Cidadania e Direitos Humanos (STJDD), em 2014, o ex-promotor de Justiça Almiro Sena afirmou, em nota divulgada na tarde desta quarta-feira (12), que a emissão do mandado de prisão preventiva é “desnecessária”.

    O pedido foi expedido nesta quarta pelo desembargador Mario Alberto Simões Hirs, do Tribunal de Justiça da Bahia (TJ-BA). Advogada de defesa das três servidoras que denunciaram Sena, Maria Cristina Carneiro Lima declarou que a solicitação é devido às constantes ausências dele nas audiências.

    Os advogados de Almiro, no entanto, alegam que ele não foi a duas audiências por não ter sido intimidado e porque estava de férias.