Super Bowl 2026 eleva preço dos comerciais a patamar histórico; confira

    Anúncios consolidam final da NFL como maior vitrine publicitária dos EUA

    Foto: Reprodução / Instagram @nfl
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    O Super Bowl LX voltou a redefinir o mercado publicitário da televisão norte-americana. A edição de 2026, que terminou com vitória do Seattle Seahawks por 29 a 13 sobre o New England Patriots, registrou os maiores valores já pagos por inserções comerciais na história do evento.

    De acordo com veículos especializados dos Estados Unidos, algumas marcas desembolsaram cerca de US$ 10 milhões por 30 segundos de exibição — o equivalente a mais de R$ 50 milhões na cotação atual.

    A comercialização ficou sob responsabilidade da NBCUniversal, que iniciou as negociações com valores próximos a US$ 7 milhões por cota. Com a procura considerada recorde, os preços avançaram gradualmente, ultrapassando a faixa de US$ 9 milhões e chegando ao novo teto histórico.

    A própria emissora relatou, ainda meses antes da decisão, que a demanda por anúncios havia sido a maior já registrada. As cotas se esgotaram com cerca de cinco meses de antecedência, algo incomum mesmo para um evento dessa magnitude.

    O salto de 2026 amplia uma tendência observada nos últimos anos. Na edição anterior, transmitida pela Fox Broadcasting Company, os valores haviam atingido US$ 8 milhões por inserção, estabelecendo o recorde anterior. A audiência também acompanhou o crescimento, com 127 milhões de telespectadores e receita bruta estimada em US$ 800 milhões em publicidade.

    A valorização é ainda mais expressiva quando observada em perspectiva histórica. Em meados da década de 1990, um comercial de 30 segundos custava pouco mais de US$ 1 milhão.

    Duas décadas depois, o intervalo do Super Bowl se transformou no principal palco publicitário da televisão norte-americana, atraindo campanhas exclusivas e celebridades — como a participação de Tom Brady em ações exibidas nesta edição.