Em quatro anos, patrimônio de Bruno Reis reduz em mais de R$ 30 mil

    Dados foram apresentados pelo candidato à reeleição à Justiça Eleitoral

    Foto: Jorge Jesus/ bahia.ba

    Em quatro anos, o patrimônio do prefeito de Salvador e candidato à reeleição, Bruno Reis (União Brasil), diminuiu em R$ 32.957,22, conforme consta na declaração de bens no Tribunal Superior Eleitoral (TSE). 

    À Justiça Eleitoral, o postulante ao Palácio Thomé de Souza alega ter perdido bens, por isso, houve a redução no valor. Na última eleição em 2020, quando disputou pela primeira vez, Reis apresentou um patrimônio no valor de R$ R$ 931.514,59.

    Dentre os valores apresentados, o chefe do Executivo alegou ter bens no banco Bradesco, no valor de R$ 96,04; quotas no BB Patrimonial, no valor de R$ 316.800,00; e Previdência complementar da Assembleia Legislativa da Bahia (Alba), R$ 614.618,55. 

    Para o pleito deste ano, por sua vez, as declarações de bens do candidato à reeleição são de R$  898.557,37. Dentre os valores apresentados estão quotas de 100% do capital social Agropecuária Santo Antônio plantação, cultivo e manejo, e do BB Patrimonial LTDA, capital subscrito e integralizado, sendo R$ 50.000,00 e R$ 62.400,00, respectivamente; depósito em conta no Bradesco, no valor de R$ 17.500; e Previdência complementar da Assembleia Legislativa da Bahia (Alba), R$ 768.202,29. 

    Para este ano, Bruno Reis optou por repetir a chapa sucessiva de 2020 e manteve o nome de Ana Paula Matos (PDT) como candidata a vice. Ele foi o primeiro pré-candidato a realizar convenção partidária, que aconteceu no dia 25 deste mês, no Centro de Convenções.

    A coligação “O trabalho não pode parar” conta com apoio de 13 partidos, são eles: União Brasil; PDT; PL; Republicanos; PP; Federação PSDB/Cidadania; PMB; Novo; Mobiliza; PRTB; DC e PRD. 

    Reis concorre à prefeitura da capital baiana com outros cinco candidatos: Geraldo Jr. (MDB); Kleber Rosa (PSOL); Victor Marinho (PSTU); Giovani Damico (PCB) e Eslane Paixão (UP).