Pnad registra taxa de desemprego de 8,3% em maio

    No trimestre encerrado naquele mês, a subutilização ficou em 18,2%; os dois indicadores recuaram 0,3 e 0,6 ponto percentual, respectivamente, frente a fevereiro

    Foto: reprodução/site do FGV Ibre

    Em maio, o desemprego no Brasil atingiu 8,3%. A taxa de subutilização ficou em 18,2%. Os dois indicadores recuaram 0,3 ponto percentual e 0,6 p.p., respectivamente, em comparação ao trimestre móvel encerrado em fevereiro. Os dados da nova Pnad Contínua foram divulgados nesta sexta-feira (30), pelo IBGE.

    A população desocupada (8,9 milhões de pessoas) diminuiu -3% (menos 279 mil pessoas) frente ao trimestre anterior. O contingente de pessoas ocupadas (98,4 milhões) ficou estável. Sobre os desalentados – desocupados que sequer procuram trabalho por não verem oportunidade para tanto -, houve queda de 6,2%. Os desalentados somaram 3,7 milhões de trabalhadores, e a taxa de informalidade se manteve em 38,9%.

    Em maio, o Brasil tinha 36,8 milhões de empregos com carteira assinada – número inalterado frente a fevereiro. Os trabalhadores informais somaram 12,9 milhões de pessoas e também ficaram estáveis. Haviam também 25,9 milhões de trabalhadores por conta própria e 5,7 milhões de trabalhadores domésticos (volumes iguais a fevereiro). Já a quantidade de servidores públicos (12,1 milhões) cresceu 2,8% frente ao trimestre móvel anterior.

    O rendimento real habitual (R$ 2.901) ficou estável frente ao trimestre anterior e cresceu 6,6% no ano. A massa de rendimento real habitual (R$ 280,9 bilhões) também ficou estável.