Ministro da Casa Civil diz que empresas devem formar consórcios para obras do PAC

    Novo programa se diferencia das edições anteriores pelo apoio às PPPs

    Foto: Tomaz Silva/Agência Brasil

    O ministro-chefe da Casa Civil, Rui Costa (PT), declarou nesta sexta-feira (11), que empresas brasileiras devem formar consórcios para atuar nas obras do novo Programa de Aceleração de Investimentos (PAC). O programa foi lançado no Theatro Municipal do Rio de Janeiro, no centro da capital fluminense nesta sexta-feira (11).

    Segundo o ministro, as empresas isoladamente, não têm tido capacidade de disputar grandes obras.Costa aponta que ‘o movimento que elas fizeram, e é um movimento acertado, é que têm formado consórcios para disputar grandes obras nos estados e mesmo obras federais, seja através de uma concessão ou PPP [parcerias público-privadas], seja de uma licitação direta’.

    De acordo com Costa, no primeiro ciclo do novo PAC, deve ser formado um grande número de consórcios para as obras do programa. O segundo ciclo será de licitações, em que muitas das empresas retomam sua musculatura financeira ou a credibilidade no mercado para contrair empréstimos e sustentar as obras sozinhas.

    Durante a cerimônia, o ministro disse ainda que o novo PAC se diferencia das duas edições anteriores por promover, induzir e apoiar as PPPs. Segundo Rui, as opções prioritárias dos projetos serão concessões e PPPs “para que os recursos do Orçamento da União sobrem para projetos que não tenham viabilidade para PPP ou concessão, mas que são extremamente importantes para a população”.