O Ibovespa (IBOV) Nesta quarta-feira (28), o índice apresentou um ganho de 0,42% e bateu novo recorde de fechamento, com 137.343,96 pontos, superando os 136.888,71 de segunda-feira (26). É a primeira vez na história que o IBOV conseguiu fechar acima dos 137 mil, de acordo com informações do portal Infomoney.
Além disso, bateu novamente a máxima histórica intradia (durante o andamento do pregão), com 137.469,26 pontos, deixando para trás os 137.212,64 pontos da máxima histórica anterior conseguida ontem.
Já o dólar comercial engatou a terceira alta seguida, agora com 0,99%, a R$ 5,55, com o mercado aguardando novos dados econômicos nos Estados Unidos (EUA) – amanhã, tem a nova prévia do PIB do 2T24 e na sexta-feira, a inflação PCE de julho, que é o índice considerado mais importante pelo Federal Reserve para fins de política monetária.
Em Nova York, os principais índices ficaram com quedas consistentes, com os investidores cautelosos antes da rodada de dados e antes do balanço da Nvidia, que será conhecido hoje, após o fechamento.
O presidente do Banco Central (BC), Roberto Campos Neto, finalmente comentou sobre o IPCA-15 de agosto, divulgado ontem: “tivemos um número de inflação ontem que veio um pouco melhor, o IPCA-15, mas não nos dá conforto”.
O anúncio da decisão tomada pela presidência da República foi feito pelo ministro da Fazenda, Fernando Haddad, que ainda sublinhou que os nomes dos novos três diretores do BC devem ser conhecidos até o final do ano.
Ibovespa sobe
O novo recorde do Ibovespa veio mesmo com a queda de Vale (VALE3), que perdeu 0,72%, após a forte alta de ontem. Hoje, além da realização de lucros, o minério de ferro recuou.
O varejo também não ajudou, com Lojas Renner (LREN3) caindo 3,76% e Magazine Luiza (MGLU3) perdendo 2,15%.
Ambev (ABEV3) também desafinou, com 0,61%, após anúncio de troca de CEO.

