Caso Atakarejo: DHPP e PM visitam locais usados por traficantes que mataram tio e sobrinho

    Segundo polícia, imóveis no Complexo do Nordeste de Amaralina, servem como esconderijos e também para armazenar materiais ilícitos

    Foto: Alberto Maraux/SSP

    Equipes do Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) e da Polícia Militar (Rondesp Atlântico e 40a CIPM) cumpriram as ordens judiciais em casas apontadas como esconderijos por traficantes que participaram das execuções de Bruno Barros e Yan Barros foram alvos de busca e apreensão, na manhã desta quinta-feira, no Complexo do Nordeste de Amaralina. Tio e sobrinho foram mortos ao serem entregues a traficantes por seguranças do mercado Atakarejo, após terem sido acusado de furto na loja.

    Os criminosos integram uma organização criminosa, presente naquela localidade, envolvida com a venda de entorpecentes, homicídios, roubos, porte ilegal de arma de fogo e corrupção de menores.

    “Estamos juntando as peças desse quebra-cabeça e, em cada ação, vamos elucidando toda a dinâmica dos fatos”, contou a diretora do DHPP, delegada Andréa Ribeiro, acrescentando que os cumprimentos realizados nesta quinta-feira, fazem parte da 2a fase da Operação Retomada, deflagrada, ontem.