Acrônimo: Bené, operador do governador Pimentel, é levado pela PF

    Empresário já havia sido preso pela corporação por associação criminosa, na mesma operação, em 29 de junho e, posteriormente, em 15 de abril

    Foto: André Dusek/Estadão Conteúdo

    O empresário Benedito Oliveira, o Bené, delator da Acrônimo e apontado como ‘operador’ do governador de Minas Gerais, Fernando Pimentel (PT), em esquema de corrupção e fraude eleitoral, é alvo da 11ª fase da Operação Acrônimo, deflagrada nesta quinta-feira (27).

    De acordo com o Estadão, Bené, que está em prisão domiciliar, é suspeito de ter omitido informações da Polícia Federal e foi conduzido coercitivamente – quando o investigado é obrigado a depor. Ele já havia sido preso pela PF por associação criminosa, na mesma operação, em 29 de junho e, posteriormente, em 15 de abril.

    A Acrônimo investiga recebimento de vantagem indevida pelo governador quando era ministro da Indústria e Comércio Exterior, além da cooptação e pagamento de vantagens indevidas para que empresa de publicidade elaborasse campanhas educativas do Ministério da Saúde, Ministério das Cidades e Ministério do Turismo nos anos de 2011 e 2012.