O programa do Leo Dias continua dando o que falar, já que na última quarta-feira (22), o anfitrião protagonizou um bate-boca ao vivo com sua repórter, a jornalista Monique Arruda. Os dois se desentenderam após a repórter criticar a forma como o programa trata o relacionamento entre Virgínia Fonseca e Vini Jr.
No dia anterior, a repórter comentou a reconciliação do casal e declarou que torcia pela felicidade dos dois. Quando citou a frase de Virgínia que não poderia “negociar o inegociável”. Monique colocou panos quentes na declaração da influenciadora e alegou que situações realmente inegociáveis seriam “ver pessoas morrendo na fila de hospital”, disse, se referindo ao sistema público de saúde.
A fala da repórter deixou Leo Dias visivelmente enfurecido, afirmando que o canal é voltado para “fofoca” e vida das celebridades, e que não há espaço para discutir problemas sociais do Brasil.
“A gente está falando da vida alheia. Isso aqui é um canal sobre comentários da vida alheia, fofoca. A gente não está falando da fila do SUS, porque isso, sim, é inegociável”, bradou.
Léo Dias surtou de vez está aos gritos humilhando a própria funcionária só porque ela apoia a Virginia. pic.twitter.com/rrJw80PLMu
— kah (@kabiscoiteira) July 22, 2026
Monique respondeu imediatamente criticando a linha editorial do programa e definiu como um ‘exagero’ o fato de abordar por semanas, especulações sobre as traições por parte de Vini Jr.
“Acho exagerado ficar um mês e meio, todo dia, falando que a menina vai ser chifrada”, rebateu, fazendo Leo subir ainda mais o tom.
O jornalista alegou que Monique estaria defendendo Virgínia porque recebeu produtos da WePink, marca da influenciadora.
“Uma coisa é vestir a camisa. Acho que você está se vendendo por três bolsas da WePink. Agora, está demais”, disse.
Abalada, Monique negou as acusações e rebateu ao chefe, “não preciso, Leo, me vender por três bolsas da WePink. O body splash custa R$ 30. A questão não é essa”.
A discussão continuou ao jornalista afirmar que a opinião de Monique “vale bem mais do que três bolsas da WePink”, mas a repórter não arregou e manteve sua opinião.
“A minha opinião é essa e mantenho ela. Acho que é exagerado ficar um mês e meio, todo dia, desejando que a menina seja chifrada”, concluiu.

