Diretora da Funceb reforça transparência em seleção de projetos da Secult

    O secretário de Cultura da Bahia, Bruno Monteiro, também se pronunciou sobre o assunto

    Foto: Leon D’Lisboa Tremme

    Foto: Leon D’Lisboa Tremme

     

    A diretora-geral da Fundação Cultural do Estado da Bahia (FUNCEB), Sara Prado, utilizou suas redes sociais para explicar o conceito atribuído ao critério, que já é praticado há alguns anos nos certames estaduais. O secretário de Cultura da Bahia, Bruno Monteiro, falou sobre o assunto durante agenda com o governador Jerônimo Rodrigues (PT).

    O tema ganhou repercussão após proponentes não aprovados em editais na área fazeram críticas, na última quinta-feira (16), por conta da existência do critério “harmonia com a política estadual de cultura”.

    Em publicação feita nesta sexta-feira (17) em seu perfil no Instagram, Sara Prado explicou que os editais seguem os princípios da Lei Orgânica da Cultura e do Plano Estadual de Cultura, de 2011 e 2014, respectivamente.

    Ela explicou que o processo está relacionado a estratégias de democratização do acesso, acessibilidade e incentivo à diversidade, garantindo que os editais sejam conduzidos com base nesses princípios e promovam oportunidades para produtores culturais em todo o estado.

    “Essa abordagem também garante isonomia e democratização no acesso ao fomento à cultura, rompendo com práticas de dirigismo cultural, clientelismo e lógica de balcão. Ela protege os fazedores de cultura e é fruto de conquistas e avanços da política cultural baiana”, assinalou.

    Os processos de avaliação de editais da Funceb, segundo a diretora, seguem parâmetros claros e objetivos, publicados previamente e avaliados por bancas especializadas, assegurando transparência e igualdade de condições para todos os proponentes.

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