Vitória não vai cair para a Série B, garante Fábio Mota

    Recentemente, presidente do Leão afirmou que o clube estará entre os 10 maiores do Brasil nos próximos anos

    Foto: Vitor Ferreira / EC Vitória

    Confiante na reação do time no Campeonato Brasileiro, o presidente do Vitória, Fábio Mota, afirmou nesta sexta-feira (22) que não trabalha com a hipótese de rebaixamento. Neste momento, o Rubro-Negro ocupa a 17ª colocação, com 19 pontos em 20 jogos.

    Em entrevista à Rádio Sociedade, o dirigente foi categórico ao projetar o segundo turno da Série A.

    Não, não vai cair”, cravou Mota ao ser questionado por um ouvinte sobre o risco de queda.

    Para ele, o Brasileirão se define na reta final, e o momento exige foco e tranquilidade. “Medo é um sentimento que eu não tenho. Se eu tivesse medo, não teria assumido o Vitória na Série C com R$ 600 milhões de dívidas”.

    Projeção para os próximos anos

    Recentemente, em entrevista ao Charla Podcast, o dirigente do Leão afirmou que o clube caminha para figurar entre os dez maiores do futebol brasileiro em até quatro temporadas.

    “Quando terminar o meu mandato, não tenho dúvida nenhuma. Eu vou ser igual ao Bandeira [de Mello, ex-presidente do Flamengo]. O Bandeira hoje é endeusado pela torcida do Flamengo. Os frutos do Vitória vão vir daqui a três ou quatro anos. Eu não tenho dúvida que o Vitória será Top 10 do Brasil por tudo que está sendo feito”, declarou.

    Antes de reforçar que o Rubro-Negro baiano não vai cair nesta temporada, Fábio Mota já havia dito que mesmo uma possível queda não inviabilizaria o projeto de médio e longo prazo.

    Reconstrução ano a ano

    O presidente atribuiu os altos e baixos recentes ao processo de reconstrução iniciado em 2022, ainda na terceira divisão. Desde então, o clube teve que montar elencos completamente diferentes em cada temporada, o que afetou a continuidade do trabalho.

    “O time da Série C era um, o da Série B foi outro, e o da Série A é completamente diferente. Quando você muda de elenco a cada ano, não tem como manter a continuidade”, justificou.

    Mota também lembrou que a realidade financeira do clube impôs desafios desde o início. Com orçamento limitado e exigência por resultados imediatos, o Vitória precisou reestruturar departamentos e investir em infraestrutura.