ACM Neto é criticado ao culpar PT por crise na segurança: ‘Deixou desemprego’

    Ex-prefeito de Salvador compartilhou vídeo nas redes sociais de um intenso tiroteio no Engenho Velho de Brotas; homem foi encontrado morto

    Foto: Reprodução/Assessori/União Brasil

    ACM Neto (União Brasil) voltou a criticar a crise na segurança pública na Bahia e a culpar o governo do PT pela escalada da violência em Salvador. Por meio das redes sociais, o ex-prefeito da capital compartilhou um vídeo de um intenso tiroteio na noite de terça-feira (5) no bairro do Engenho Velho de Brotas, onde horas depois um homem seria encontrado morto. O corpo da vítima estava dentro de uma casa na localidade de Vila Paraíso.

    “Salvador, 5 de setembro. Na Bahia governada por Jerônimo Rodrigues, o que parece cena de filme, infelizmente, é a realidade do dia a dia. Sem comando, o que podemos esperar?”, escreveu ACM Neto na publicação.

    Nos comentários, seguidores rebateram o posicionamento do ex-gestor, que foi chamado de oportunista. “A cidade no seu governo era segura? No governo do seu sucessor a cidade é segura? O que você tem a dizer sobre os ônibus da cidade? O preço alto e a qualidade podre? Rapaz, tome vergonha na sua cara. Você foi um peéssimo gestor na capital, imagina o que ia fazer com o estado”, reagiu um internauta.

    “Se você não tivesse perdido a eleição ia fazer o que, ein [sic]? Conta pra gente”, questionou outro.

    Um terceiro culpou as gestões de ACM Neto (2013-2021) pelo alto índice de desemprego na cidade. “Você deixou Salvador como a capital do desemprego. SSA foi a capital que menos investiu em saúde pública por habitante na sua gestão. entre outras atrocidades. tudo isso também é culpa sua. tome vergonha em sua cara e eleve o debate, seu aproveitador barato”, atacou.

    Dados do IBGE divulgados em novembro de 2022 apontavam que Salvador e região metropolitana registraram uma taxa de desocupação de 17,9% no terceiro trimestre daquele ano —o maior índice do país para um terceiro trimestre num período de sete anos à época.