Rosemberg comenta projetos aprovados pela Alba nesta quinta (29)

    O parlamentar também falou sobre a indicação de Bruno Monteiro a Secult

    Foto: Maria Gabriella/bahia.ba

    O líder da base do governo na Assembleia Legislativa da Bahia (Alba), deputado Rosemberg Pinto (PT), falou sobre os projetos aprovados na Casa nesta quinta-feira (29), em sessão extraordinária convocada pelo presidente Adolfo Menezes (PSB), para mitigar os efeitos das chuvas nos municípios baianos.

    “Autorizamos o Executivo, através da Desenbahia, a disponibilizar R$ 150 milhões para financiar a juros subsidiados os empreendedores que tiveram prejuízos. O governo também vai assumir os custos da tarifa social da Embasa com relação a pequenos consumos, de até 6 metros cúbicos”, disse.

    “Além disso, o Executivo deverá criar condições para suprir a população desamparada: com cestas básicas, colchões, entre outros, para que a gente possa conter essa situação”, completou.  

    Na oportunidade, os deputados baianos também debateram a responsabilidade da Chesf acerca das chuvas que destruiu a cidade de Jequié. Conforme Rosemberg, “as comportas deveriam ter sido abertas, para que não acumulasse tanta água”. Ele ainda revelou que a Casa irá propor uma CPI para investigar a Chesf.

    Indicado a Secretária de Cultura da Bahia (Secult)

    Durante coletiva de imprensa, o deputado reeleito também comentou sobre o futuro secretário da Cultura, Bruno Monteiro, anunciado pelo governador eleito Jerônimo Rodrigues (PT), na quarta-feira (28).

    “Bruno é um profissional da área, oriundo das artes, produtor cultural, ele vem com esse objetivo de dar continuidade a um projeto. […], a mesma aproximação que tive com Arany, terei com Bruno”, afirmou. De acordo com o parlamentar o nomeação do novo secretário havia sido conversada tanto com ele como Arany.

    O parlamentar tem uma ótima relação com Arany e defendia o nome da ex-secretária para continuar à frente da pasta.

    Arany é uma mulher plural. Foi gestora em situação muito adversa. Teve o orçamento, razoavelmente, pequeno para aquela pasta, e com uma dificuldade de operacionalizar o fundo de cultura e o FAZCultura, em função do contingenciamento que estava acontecendo no país”, disse.