Bruno diz que ‘único legado’ que o PT deixou em Salvador foi assassinato de servidor

    O prefeito citou a morte de Neylton da Silveira, ocorrida em 2007, nas dependências da SMS, durante a administração de João Henrique

    Foto: Cássio Santana / bahia.ba

    Após chamar o governador Rui Costa (PT) de mentiroso, durante evento no subúrbio de Salvador, nesta quinta-feira (8), o prefeito Bruno Reis (União Brasil) subiu ainda mais o tom dos ataques ao grupo adversário ao comentar a presença do Partido dos Trabalhadores na administração do ex-prefeito João Henrique (Avante).

    “O secretário de Saúde era do PT, que o único legado que deixou pra essa cidade foi o assassinato de um servidor, Neylton. Foi o único legado que eles deixaram, foi assim que nós encontramos a saúde deles”, disse o gestor, mencionando Luis Eugênio Portela, ex-titular da Secretaria Municipal de Saúde (SMS), e o servidor da pasta, Neylton da Silveira, morto após ser espancado, estrangulado e jogado pela janela de andar alto do prédio da SMS, em 2007.

    Além de provocar o PT, Bruno Reis enalteceu os feitos de sua gestão, que segundo ele, foi a que mais enfrentou adversidades e turbulências na história da cidade. “Foi assim que nós encontramos a educação e mudamos essa realidade. Salvador hoje tem 10 UPAs, tinha apenas uma. E Salvador esperou 470 anos pra ter o seu Hospital Municipal. É assim que se governa, estabelecendo prioridades, tirando os projetos e os programas do papel”, disse o prefeito.