Prefeito diz que tem trabalhado para acelerar obras no centro comercial e financeiro

    Gargalos que estão se formando tem gerado maior lentidão na circulação de veículos em importantes vias

    Foto: Reprodução / Redes Sociais

    O prefeito de Salvador, Bruno Reis (DEM), afirmou que a prefeitura tem trabalhado para tentar acelerar as obras que estão sendo realizadas no coração comercial e financeiro da capital baiana, o que tem aumentado as queixas por conta dos gargalos que estão sendo formados e, consequentemente, o aumento da lentidão na circulação de veículos em importantes vias como as Avenidas ACM, Tancredo Neves, Magalhães Neto e no Itaigara.

    Os trechos também interligam a capital baiana à Avenida Paralela, principal artéria viária da cidade, e a BR-324, principal rodovia de entrada e saída de Salvador.

    “Com a queda dos números da epidemia, a população começa a ir às ruas, começa a ter um maior número de veículos transitando, estamos aumentando o número de ônibus, porque estão aumentando o número de passageiros e aquele centro nervoso da cidade, que sempre teve problemas históricos de engarrafamento, mas melhorou com alguns marcos da primeira etapa do BRT, nesse momento, somado a realização de três importantes obras, tem efetivamente, e é normal, trazido transtornos, mas os benefícios ficarão para a eternidade”, justificou o gestor soteropolitano, em entrevista ao Bahia.Ba.

    De acordo com Bruno Reis, conforme os calendários, a primeira etapa do Complexo BRT tem previsão final de novembro ao início de dezembro deste ano. Após a conclusão, a prefeitura dará logo em seguida a ordem de serviço para início da segunda etapa, que inicia no Cidade Jardim e vai até a Estação da Lapa.

    Já a obra do Itaigara – Avenida ACM x Parque da Cidade – tem previsão de conclusão em março do ano que vem, a duplicação da Ponte Camarujipe, em frente ao Shopping da Bahia, em janeiro de 2022, e a Trincheira Bidirecional na Magalhães Neto com a Tancredo Neves, a previsão de conclusão das obras é para fevereiro próximo. O calendário da obra atrasou dez meses e consumirá R$ 1 milhão a mais do previsto inicialmente.

    “Nesse momento, pedimos a quem seja possível, que busque outras alternativas de deslocamento, por outras vias, enquanto a gente não conclui as obras”, disse o prefeito.