Jaqueline Goes, o topo da negritude

    Que venham outras baianas negras para a ciência

    Negra, a médica bioquímica baiana Jaqueline Goes, coordenadora da equipe que sequenciou, no tempo recorde de 48 horas, o genoma do SARS-CoV-2 no Brasil virou orgulho da raça ao ganhar o Prêmio Capes de Tese em Medicina II, edição 2020. De quebra, virou também réplica negra da boneca Bárbie.

    Num dos memes que Jaqueline gerou postado nas redes, está dito que ‘A nega baiana que sabe mexer no vatapá tão decantada por Dorival Caymmi está mexendo com a ciência também. E bem’. Que venham outras baianas negras para a ciência. Mas esquecer o vatapá não dá, né?