Silêncio em Luís Eduardo com a morte de Aldo

    Lamentos pela família. E só

    Aldo Dourado, 42 anos, filho de João Dourado, pequeno agricultor, ganhou notoriedade no oeste baiano nas eleições do ano passado, quando Comandante Rangel (PL), ex-fabricante de avião, hoje comerciante de pedras preciosas, bolsonarista exacerbado, acusou ele, que era seu vice, de ter vendido sua candidatura ao candidato Júnior Marabá, então no DEM, hoje no PP, por R$ 200 mil.

    Rangel teve uma votação minguada: 567 votos, ou 1,52%, uma ninharia se comparados aos 29.982 (59,29%) de Marabá, o eleito. E atribuía o resultado à ‘traição’ de Aldo.

    Aldo morreu anteontem à noite num acidente de moto. Em Luís Eduardo Magalhães, o silêncio deu o tom da reza. Lamentos pela família. E só.