André Catimba, entre a glória e a pobreza

    Se fosse hoje, como a bola que jogava, jamais o final seria assim

    Carlos André Avelino de Lima, o André Catimba, craque do Vitória dos anos 70 que partiu, deixou uma legião de amigos em Salvador, onde nasceu, se criou e morava, mas eles chamam a atenção para um fato: dos bons tempos só restaram as lembranças.

    André era pobre, trabalhava como Uber. Ivan Cairo, ex-cunhado e amigo, hoje empresário em Ituberá, conta que recentemente ele precisou operar o joelho e contou com a ajuda da diretoria do Grêmio, onde jogou.

    – Costumo dizer que ele nasceu na época errada. Se fosse hoje, como a bola que jogava, jamais o final seria assim.

    Confere. No tempo da sociedade em rede, só lembram dele por ter jogado no Grêmio.