Campanha no rádio e na TV começa com pandemia e dinheiro curto

    Em Salvador, resta saber se teremos segundo turno ou não

    Imagem: O Globo/reprodução
    Imagem: O Globo/reprodução

     

    Segundo a Anatel, a Bahia tem 165 emissoras de rádio FM e 41 AM, mais 20 de televisão, oito delas em Salvador, o resto espalhado por 160 municípios, os maiores e mais 20 emissoras de televisão, oito na capital. Para esses, tais veículos, mais as redes sociais, farão o palco dos embates a partir de hoje.

    Nos 257 municípios que não têm rádio, prevalece o único e mais democrático dos meios disponíveis, as redes, com aquele ar de terra de ninguém ou vale tudo.

    No início da pandemia, o pessoal do marketing imaginou que, com a proibição de comícios e aglomerações, mais os baixos valores determinados para a campanha, ainda que muitos paguem muita coisa por fora, os preços iam cair. E a qualidade também.

    Os grandes

    —Muitos ofertaram serviços e ouviram uma espécie de resposta padrão: ‘Lá já tem um menino faz isso’. Ou seja, mexer com as redes sociais.

    Ora, rádio, TV e redes são apenas suportes, o conteúdo muito importa. Como isso não é levado em conta, a judicialização disparou. Mas seja como for, os três grandes da Bahia, Salvador, Feira e Vitória da Conquista, têm tudo isso, e farão os embates mais eletrizantes.

    Em Salvador, resta saber se teremos segundo turno ou não.

    Em Feira, Zé Ronaldo, ex-prefeito, aposta tudo na reeleição de Colbert Martins (MDB) contra Zé Neto (PT), o abençoado de Rui Costa.

    E em Conquista, o PT tenta tomar o poder de Herzém Gusmão (MDB), que o derrotou em 2016.

    Estamos de olho.