Justiça tolera uso do poder religioso

    Comunidade evangélica, especialmente a banda que incursiona na política, na espreita

    Um pastor evangélico que é candidato, quando está no púlpito de sua igreja pregando e diz que está na peleja eleitoral, é crime ou não?

    Ao apreciar o caso da vereadora de Luziânia (GO) Valdirene Tavares dos Santos, pastora da Assembleia de Deus, acusada de ‘abuso do poder religioso’ nas eleições de 2016, o TSE rejeitou a tese do ministro Edson Fachin.

    Ele defendia a cassação do mandato da vereadora por considerar que o ‘abuso do poder religioso’ é igual ao abuso do poder econômico e ao abuso do poder político.

    O julgamento deixou a comunidade evangélica, especialmente a banda que incursiona na política, na espreita. O placar no TSE foi apertado, 4 a 3, mas se passa, teríamos um alarido santo.