Número 2 do Ministério da Economia descarta manutenção de auxílio de R$ 600

    'Não é sustentável", afirmou Marcelo Guaranys, que, por outro lado, defendeu a prioridade sobre uma rede de proteção social

    Foto: Marcello Casal Jr/Agência Brasil

    O secretário executivo do Ministério da Economia, Marcelo Guaranys, reforçou que o governo brasileiro não tem capacidade fiscal para manter o auxílio emergencial de R$ 600 como política social fixa, após a pandemia. As informações são da CNN Brasil.

    “Não é sustentável, não conseguimos manter isso. O auxílio emergencial custa R$ 50 bi por mês enquanto o bolsa família R$ 30 bi por ano. Ainda que extremamente desejável, não é possível”, afirmou.

    O número 2 do ministro Paulo Guedes participou de debate virtual “Acelerando a retomada do crescimento”, nesta terça-feira (18), promovido pelo banco Santander. Por outro lado, o executivo destacou que a melhoria da rede de proteção social não só é possível como é um trabalho da equipe econômica.

    “É isso que nos fez re-priorizar nossa agenda de reformas. Tínhamos um conjunto de reformas antes da crise, esse conjunto continua na mesma diretriz mas re-priorizado pelas lições que temos durante a crise. A rede de proteção social precisa ser aprimorada”, comentou.