Entregadores querem criar cooperativa e sair dos grandes aplicativos

    Com mais trabalho na pandemia, categoria revela insatisfação pelas condições oferecidas por iFood, Uber Eats e Rappi

    Foto: Roberto Parizotti/Fotos Públicas

    Realizada no sábado (25), a segunda paralisação nacional dos empregadores por aplicativos é apenas uma parte dos planos da categoria. O objeto maior dos organizadores da Breque dos App é organizar uma cooperativa para gerir o negócio em que atual.

    A proposta, informada pela coluna Tilt, do UOL, tem duas causas principais: o aumento de trabalho durante a pandemia e a insatisfação contra as condições ofertadas pelos grandes aplicativos, como iFood, Uber Eats e Rappi.

    A criação do aplicativo próprio pode custar um investimento inicial de R$ 500 mil. O movimento conta com o apoio voluntário de advogados, economistas e programadores.

    “Lutar por melhoria dentro do aplicativo não resolve nossos problemas”, afirmou  Eduarda Alberto, do Rio de Janeiro e autora da proposta da cooperativa apresentada ao movimento Entregadores Antifacistas. “Eles (os grandes aplicativos) podem até fazer alguma coisa para calar nossa boca, mas a única possibilidade de melhora é mesmo com autogestão”. Fonte: UOL