Advogado defende funkeiro acusado de transfobia: ‘Sempre apoiou o movimento’

    A modelo Alessandra Tavares revelou em entrevista para o canal de Léo Aquila ter sido constrangida e humilhada pelo funkeiro durante a gravação de um clipe

    Foto: Instagram/ Arquivo Pessoal

    Depois da polêmica envolvendo Nego do Borel e a transexual Luisa Marilac, outro funkeiro se tornou alvo de acusações de atitudes transfóbicas nas redes sociais, o cantor MC Lan.

    A modelo Alessandra Tavares, que foi convidada para participar de um dos clipes do artista, ‘Sua Amiga Eu Vou Pegar’, revelou em entrevista para o canal de Léo Aquila ter sido constrangida e humilhada pelo funkeiro durante a gravação.

    “Quando coloquei o pé no set de gravação, percebi que havia um alvoroço por parte do cantor. Todos acharam estranho, já que não havia contado a ninguém que era trans”, contou.

     

    Segundo a modelo, Lan teria pedido para que a equipe não a levasse de volta para casa. “Não só me tiraram de lá dessa forma, como o cantor falou para não me levarem de volta até a estação. É a obrigação de toda equipe levar as meninas de volta”, disse. A situação envolvendo Alessandra e Lan teria acontecido em 2017.

    Por meio de nota divulgada nas redes sociais oficiais do funkeiro, Lan negou ter submetido a modelo a essa situação e afirmou ser um apoiador da causa LGBT+.

    A assessoria jurídica do MC LAM, através de seu advogado José Estevam Macedo Lima, vem a público esclarecer, face às acusações de um suposto fato ocorrido há dois anos que vem sofrendo, da modelo Alessandra Tavares, que, em momento algum externou qualquer atitude descriminatória ou ofensiva dirigida à referida Senhora ou a qualquer pessoa”, dizia a nota, que ainda afirmou que o cantor “repudia qualquer atore homofobia, transfobia ou discriminação e que sempre apoiou o movimento LGBTQIA+


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