Acusado de homicídio, ‘Doutor Bumbum’ está proibido de exercer medicina

    Denis Furtado foi solto no começo do ano após conseguir um habeas corpus

    Foto: Reprodução/Instagram
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    O médico Denis Cesar Barros Furtado, mais conhecido como ‘doutor Bumbum’, acusado de homicídio doloso pela morte de uma paciente durante um procedimento estético em julho 2018, está proibido de exercer a medicina.

    A decisão aplicada inicialmente pelo Conselho Regional de Medicina do Distrito Federal, agora foi julgada Tribunal Superior de Ética Médica do CFM e publicada no Diário Oficial da União na última segunda-feira (29), a decisão foi unânime e não cabe recurso.

    Na época da morte de Lilian Quezia Calixto de Lima Jamberci, de 46 anos, Denis Furtado, que teve sua licença cassada tratou a situação como uma fatalidade.

    O médico aplicou PMMA, uma substância derivada do acrílico que não deve ser usada em humanos na paciente em um procedimento realizado em seu apartamento. Lilan morreu horas depois.

    Denis foi preso no dia 19 de julho e ficou detido até o dia 30 de janeiro, quando desembargadores da 7ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro (TJ-RJ) concederam um habeas corpus ao médico e determinaram o cumprimento de medidas cautelares.