Orlando Andrade, a difícil vida de candidato nanico

    "A gente sabe como funciona a máquina. A burguesia controla os meios de comunicação, nos tira o espaço"

    Com sete segundos de televisão e menos de R$ 50 mil para fazer a campanha, Orlando Andrade, do Partido da Causa Operária (PCO), é um dos sete candidatos ao governo baiano, mas nem parece. É o único excluído de debates e entrevistas.

    – A gente sabe como funciona a máquina. A burguesia controla os meios de comunicação, nos tira o espaço.

    Ontem Orlando estava fazendo campanha em Feira de Santana, terra dele, conforme o próprio faz questão de frisar, filho da Rua Nova, um bairro ‘antigo, pobre e negro, a Liberdade feirense’, apoiando o ‘Caruru do Protesto’, promovido por professores da Uefs:

    – Nossa luta é contra golpes, como o da reforma trabalhista.